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Comprar ou apenas usar, eis a questão

Atualizado: 14 de abr. de 2023



Desinteresse pelo “sonho do carro próprio”, principalmente entre as gerações mais jovens, cresce à medida que trocamos a mentalidade do Ownership pela do Usership.


Por muito tempo - talvez a vida toda - o status de sucesso para a geração dos nossos pais baseava-se em possuir casa e carro próprios. A segurança criada pelo fator propriedade ainda norteia em grande parte a psicologia dos mercados imobiliário e automotivo.


Só que a mentalidade do consumidor está mudando. Os serviços de assinatura estão em alta, porque percebemos que o “ter” onera burocracias que não compensam o prazer imediato da aquisição. Somando racionalidade com apelo sustentável, ainda constatamos que a propriedade sai mais caro - tanto para nosso bolso como para o mundo como um todo.


E essa mudança de mentalidade é quase que natural. Hábitos de consumo costumam mudar de acordo com as necessidades das pessoas. Da mesma forma com que você não compra mais CDs, apenas assina um Spotify ou Youtube Premium da vida, a tendência é que as pessoas passem a decidir pelo modelo mais eficaz quando o assunto é investir em uma casa ou, em nosso caso, em um carro.


Há algum tempo já é possível utilizar um veículo sem necessariamente comprar ele. Veja Táxi e Uber são as soluções óbvias. Mas para aqueles que desejam ter a posse de um veículo de uma maneira mais eficaz, há ainda a questão dos carros por assinatura. Relativamente nova no mercado brasileiro, esta é uma ferramenta que já existe há algum tempo na Europa, Estados Unidos e economias mais desenvolvidas, locais onde a mentalidade de usuário se sobrepõe à propriedade de bens que não podem ser vistos como investimento - como é o caso de veículos, já que os mesmos, inevitavelmente, irão desvalorizar com o tempo.


Por exemplo: Cerca de 40% dos negócios fechados pela Renault no Reino Unido são pela modalidade de assinatura, que leva o nome de Mobilize Share. Quem afirma isso é Bruno Hohmann, vice-presidente comercial da Renault do Brasil. Uma vez que, em mercados mais “maduros”, como o europeu, o modelo tem tido boa aceitação, provavelmente ele vá ganhar mais força em solo brasileiro muito em breve.


Isso acontece porque as locadoras usam o poder de escala que vai desde a aquisição de veículos até a gestão dos serviços, passando por benefícios fiscais, para entregar um serviço que, mesmo quando se considera a venda do veículo ao final, é mais atrativo que o modelo de compra.


Se você ainda se sente desconfortável ou relutante com a ideia do carro por assinatura, nosso conselho é: faça os cálculos. Colocando na ponta do lápis é possível enxergar que assinar um veículo sai mais barato do que comprar, em inúmeros aspectos. Considere depreciação, documentação, revisões, seguro e por aí vai. Contudo, talvez o fato de maior peso esteja no tempo economizado.


Saiba mais sobre nossos planos de assinatura. Estamos prontos para te atender.



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